sábado, 1 de outubro de 2016

Fucked Up Society

We live in a moment where our society is full of whinny little bitches! Everything is prejudice; we can’t say anything about nothing! There is no room for comedy! For jokes! We need to be politically correct every single moment! I can’t take it! I hate it! I love black humor! I’m sarcastic and ironic person. I like to be sincere, and to mess around with my significant others with no worry. I don’t agree with a lot of this lefties culture! Prejudice exist, yes! But not 24/7. Good things are being seen like mean because of that manipulation! This is not just here in Brazil, but I feel here is more intense, one word we say is motive to a lot of cry (mimimi), or insults. There is no free speech, just the lefties thoughts. Yes, I’m a right, and a lot of us listen to others pretty different of the lefties. We aren’t extremist like they love to paint us.
Being a woman, I hate what these whores transformed the feminism into. No man never told me what to do, and never will. I’m no victim of a man’s world. I don’t need to show my body, smoke weed and be a vegan to prove I’m a real woman. I work, pay my bills, I studied, worked hard – still working hard – always respected others and was respected. Violence is a real deal, but who ever commit it (man or woman) are criminals who deserve to be in prison. (ohh no I forgot, for the lefties they are a victim of the society) puff..please…please… less is more. This women are infecting the game and the metal world, the two worlds I fell free and comfortable, the main reason is because is a “boy’s world”, with no mimimi, women is full of mimimi and more woman more mimimi. With men no, if you like it too is cool, we can enjoy together. Everything for woman have a problem, a defect, they can’t “just enjoy”, and this femists are saying these worlds are sexists! Hey! I love the hot girls on games, I love to play with them! And the hot chicks of metal, they rock! I want to be beautiful like them! So they can protest with no clothes and that’s ok, but sexy metal’s divas with sexy outfits is sexism, is exploration of the woman’s body… I have no patience with is type of person…tesc…tesc…

 We (women who enjoys it since ever) don’t want it to change! STOP MESSING WITH GAMES AND METAL!!! WE DON’T NEED YOUR FEMINISM!!! WE ROCK!!!!


Listening - Green Day - American Idiot - Jesus Of Suburbia



segunda-feira, 27 de maio de 2013

Devaneios Psi Ψ



Novamente confabulando aqui. Hoje em encontro com professores expus uma questão que acho muito relevante e que deve ser pensada tanto no âmbito pessoal (do sujeito) quanto institucional (faculdade). Ao chegar no 9º período e observando meus colegas tanto de sala quanto de outros períodos percebo o quanto o interesse, o ânimo, a volição por estudar tem se esgotado cada vez mais. Estamos todos massacrados, acho que passa principalmente pela questão da metodologia de ensino. Como passamos por uma mudança curricular achei apropriado levar isto a eles.
Porém, sempre os poréns, não fui compreendida ou não quiseram me compreender. Ao mostrar que uma mudança poderia ser interessante, citei um exemplo de um professor que em parte do seu curso utilizou de um método de aprendizagem ativa, onde consistia de problematizações. A sala toda participava, sala cheia em pleno sábado de manhã é raridade e ele conseguiu isso.   – vale um parêntese: os professores que estavam comigo eram psicanalistas. Mas infelizmente de um modo negativo.  Amo a epistemologia, mas as vezes os profissionais se fecham nesse involucro teórico e rigidamente se agarram a alguns pressupostos. São professores muito bons e etc, mas neste ponto caíram no que tanto falam para não fazermos.  A teoria não é rígida e sim quem a executa na maioria das vezes – chega de parêntese. Rsrsrs... Então me lançaram respostas como se eu estivesse sugerindo que os professores fossem babás ou pais dos alunos (nada a ver com o que falei!!!). Outra resposta que isso é responsabilidade única e exclusivamente do sujeito que ele vai pagar de um jeito ou de outro!! (esta fala para mim é pra quem não quer trabalhar, porque é muito fácil falar que o aluno que não estuda e que não lê, sendo que este não tem estímulos para tal!!!)
Para quem não conhece, técnicas de aprendizado ativos dependem muito dos professores (tutores neste caso). Diferente do método tradicional de ensino, é passada, por exemplo, uma temática para turma – e o tamanho da mesma varia de técnica para técnica – e os alunos tem que esgotar esta temática em todos os aspectos possíveis dentro das áreas de atuação do curso. Eu conheço PBL (Problem-Based Learning), que é utilizado pelo curso de Medicina da Universidade Estadual de Montes Claros. E ele se adapta perfeitamente aos cursos da área de saúde, não só a Medicina. Além de incentivar os alunos a correr atrás e estudar, os ensinam a pesquisar – monografia neste caso seria sopa!..srsr – Outro dado interessante é que não existe mais o “dono” da disciplina, pois são módulos. Exemplo, pega a temática “Drogas” e as esgota em todas as perceptivas.  Os danos biológicos, psicológicos e até sociais, porque o SUS trabalha por este viés, não focando apenas um lado da situação. Aí me deparo com professores “brigando” por poder, por vaguinhas e os alunos se ferrando.  É fácil colocar a culpa nos alunos, difícil é se responsabilizar. Como bons psicanalistas que são, deveriam lembrar que quando nos colocamos no lugar do suposto saber, nada sabemos e nada produzimos. Este negócio do conhecimento vir de cima pra baixo está mais do que fadado ao fracasso. Agora quando ensinamos os alunos a construir o conhecimento, aí sim podemos colher valorosos frutos.  Com esta conversa foi colocado sobre o quão diferente é o aluno da Federal - não conheço nenhum colega da Federal – mas me deu uma vontade danada de perguntar: “Por que você não vai pra lá então?”
Ai meus caros leitores, desculpe enxorra-los com essas coisas, mas acredito que não devo ficar calada!! Percebi agora que voltei ao “normal” o quanto estavam felizes com o meu estado anterior. Cada vez mais tenho chegado a conclusão que eles não querem estudantes pensantes e sim burrinhos de carga. Mas eu continuarei questionando, porque só assim produzimos conhecimento! E com relação a esses professores cada vez mais lembro do meu antigo chefe, como ele dizia: “Povo antiquado e atrasado!!” Sinto sua falta chefe e grande mentor!!

terça-feira, 14 de maio de 2013

Easy Way Out



Não sei se vocês conhecem a música “Easy Way Out” do Gotye, mas é uma música que relata bem como eu tenho me sentido ao fim destes quase cinco anos de curso. É me formo no fim do ano, yeahh..! Finally! Bem  para os que não conhecem vou deixar o link do vídeo e a letra, vale a pena conferir. ;)
Desde que conheci esse cantor com o boom na internet do vídeo da música “Somebody I Used To Know” tenho me apaixonado pelo trabalho dele. Na minha opinião mais atual que ele não há! Ele trabalha diversas questões da modernidade/contemporaneidade/pós-modernidade(cabe a cada um escolher como chama-la, cada uma tem uma prerrogativa filosófica). Não vou entrar neste mérito, mas para mim ainda não saímos da modernidade. Sou amante da Psicanálise e os psicanalistas que me desculpem, discordo com o conceito de pós-modernidade. O álbum todo “Making Mirrors” é perfeito e aborda tais temáticas, entretanto a música que mais me chama a atenção é “Easy Way Out” e o videoclipe faz jus a letra e o que ela quer expor.
Me identifiquei muito pois a graduação, acredito que de forma geral, gera uma fadiga, um cansaço crônico. Ficamos meio que robotizados e alienados em alguns pontos. Tenho vivido uma fadiga inclusive intelectual que tem afetado meu desempenho em certo ponto, inclusive na monografia. Esta ultima tem um outro fator complicador, que só digo uma coisa: Escolham bem seu orientador ou mudem se estiverem descontentes. E pra piorar minha mente tem funcionado a mil pra outros pontos, estou pensando em investir em um outro projeto, ficaram sabendo quando deixar de ser um pensamento e virar realidade. ;)
Acredito que não sou só eu que se sente desta forma, observando minha turma e meus amigos consigo ter a mesma percepção, está em um nível tão crítico que nem consegue-se mais disfarçar. Um pensamento que me acalenta é a tão esperada e sonhada Formatura. Enfim serei uma Psicóloga..yeahh! Depois começara uma nova escalada, e penso será renovada as minhas energias. Novos horizontes a caminho, muitos planos e pensamentos mas nada deste ano acabar e junto com ele meu sofrimento universitário. 

Voltando a música e seu autor/cantor, vejo em sua obra uma relação com Psicanálise, ele retrata o sujeito da atualidade e suas vivências. Ele nos retrata muito bem. O estresse, as cobranças, o gozo ou a falta dele muitas vezes. A busca por objetos compensatórios, pois vivemos tão exigidos por este tempo cronológico que vai de contrapasso com o sujeito, com o tempo do sujeito que nos consome. Nosso tempo é lógico e isso gera um atrito, uma angústia, um sentimento de desespero e solidão, porque não damos conta da demasiada demanda que estamos tendo – e não temos que dar conta mesmo. Tudo pra ontem, e lá ficamos nós de lado mais uma vez em prol de alguma obrigação. E muitas vezes ao invés de tentarmos desalienar nos alienamos mais em fugas vazias e desprovidas de sentido, apenas para satisfazer o gozo. Para a nossa sociedade atual é ótimo, pois usamos como escape as compras, as baladas sem fim, a comida, as drogas e etc. Divertir-se é importante, saudável quando não se torna uma mera fuga da realidade esmagadora. Tem se tornado um verdadeiro desafio não adoecer atualmente.
 





Easy Way Out
Seventeen seconds and i'm over it
Ready for the disconnect
Putting on a brave face
Trying not to listen
To the voices in the back of my head
(but it's alright now)
It's a distant memory baby
(it's alright now)
You know you should just let it go
But some feelings have a habit of persisting
Even though you wouldn't let it show
Wearing me out
(all this)
Hanging around
(it just starts)
Getting me down
('till i'm just)
Looking for an easy way out
Braindead from boredom
I'm led to distraction
Scratching the surface of life
Nothing really happens
But it's easy to keep busy
When you tell yourself you're traveling right
(but it's alright now)
Was it really worth it baby?
(it's alright now)
Was it just a waste of time?
Keep on second-guessing
Use my memory like a weapon
On everything i try

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Devaneios #3



Boa noite/bom dia  - depende do ponto de vista..rsrs.. – meus caros leitores. Semestre foi muito puxado, mas aqui estou de volta. Férias...tédio total... ai como quero voltar pra minha casa...
Bem, estou aqui viajando ao som de capital inicial e relembrando momentos de minha pré-adolescência e adolescência...srsr...bons momentos... Para quem não sabe cresci em uma cidade do Norte de Minas chamada Montes Claros. Pois bem, há mais ou menos uns doze anos estava eu no parque de exposições esperando o show do capital começar – nisso eu tinha ido com meus pais pois era muito novinha(11 aninhos)... e nisso comecei a pensar como mais de dez anos depois eu taria indo sozinha ao shows de gigantes como Aerosmith, Megadeth, White Snake, Judas Priest, Dream Theater, Roger Walters, Foo Fighters, Black Label(e teria uma camisa autografada e teria fotos com o Zakk Wylde!)...aiai...tanta coisa aconteceu nesse meio tempo...mas o entusiasmo pelo rock e metal nunca diminuíram! Rs!!
Cresci ouvindo grandes nomes, minha mãe curtia um Rock’n’Roll e viu shows como Alice Cooper, Peça Tommy do The Who, Pink Floyd e Queen na sua juventude. Já meu pai era “hippie” e participava da turma da colina em Brasília – DF. Ele conheceu uns dos “moleques” que depois se tornaram o Capital Inicial..uahshus...coisas malucas...bem, falei muleque porque ele tinha no mínimo 10 anos a mais nas costas do que eles que tinham apenas 12 aninhos..rs... E meu irmão era grunge e como é bem mais velho que eu, também me influenciou. Então cresci ouvindo do jazz, blues, soul, música clássica ao rock. Mas eu queria mais, então foi aí que me recorri ao Metal. Com 10 anos baixei minha primeira música(na verdade era clip..rsrs) Fear Of The Dark do nosso querido Iron Mainden. Daí fui indo mais a fundo nos clássicos, como Inflames, Pantera, Metallica e etc... Mas foi aos 15 que conheci graças a amigos Megadeth, HIM, Children Of Bodon, Dimmu Borgir, Arch Enemy, Evergrey e outros...
Apesar de amar música e tocar Teclado não me enveredei pela carreira musical, mas sempre fui uma apaixonada por música e não consigo viver sem. Confesso que na minha carreira uma Psicóloga Metaleira não é comum, e as vezes até olham estranho. Sei que vou ser a professora “doidona” que vai em shows..huashaussahuashu...Não me importo! Acho bacana! Sou jovem e amo música! Por mais que quem me ver no dia a dia pode “duvidar” da minha predileção musical, é engraçado o espanto de alguns quando descobrem. Por razões de trabalho busco ficar mais neutra, principalmente por meu foco ser clínico e dentro da clínica – tanto intramuros quanto extramuros da faculdade.  Ir aos shows me dá uma energia incrível e é um espaço que posso ser totalmente autêntica. Além disso, fiz grandes amizades nessas minhas viagens e isto é insubstituível. Também já passei por poucas e boas, mas faz parte, são experiências magníficas. Seria bom um showzinho pra ir nessas férias e quebrar este tédio. Estou na casa dos meus pais, a internet não é muito boa e estou longe do meu namorado. Sinto muito tédio, não é atoa que fico procurando lugar pra sair e ver amigos, pois o melhor que se pode fazer nesta cidade é tomar uma gelada nesse calor e bater um bom papo. Isto é bom, mas já tô de férias há tanto tempo que estou ficando cansada, nem jogar me seduz mais. Sinto falta do meu trabalho e do meu estudo, confesso. Boas expectativas para este ano que se inicia. Não vou prometer que irei postar mais devido ser ano de monografia – sim formo este ano! Viva! Com este entusiasmo vos deixo um abraço e bom resto de semana!!

Listening To: Capital Inicial - Tédio

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Feeling The Life!


Após um final de semana mergulhado em cultura, vos retorno com este post meus caros leitores. A falta de tempo tem sido um problema, mas farei o meu máximo para não deixar de postar por tanto tempo assim.
Ontem assisti ao filme “O Homem do Ano” com Wagner Moura. Muito bom, principalmente para quem gosta de romance com ficção. O cinema nacional cada dia melhor, e isso me orgulha, sou uma fã do trabalho dos nossos conterrâneos. Mais um trabalho maravilhoso e que além de brasileiro é mineiro, é a peça que assisti hoje. “Duplo Etério” e quem for daqui de Belo Horizonte está em cartas de quinta a domingo até dia 11 no SessiMinas sala Holcim. Muito bom! Quem gosta de uma trama psicológica e personagens marcantes recomendo muito! E pra fechar com chave de ouro meu final de semana assisti o filme “Shine”. Lindo, lindo, lindo! Isso que é arte! Mostrar, falar da psicose sem explicar, sem racionalizar e sem caricaturar! Tanto a peça quanto o filme estão de parabéns nesse sentido! E o filme é para quem gosta de se emocionar, para quem é capaz de perceber a beleza da vida até nas menores coisas e situações.
Bem, comecei fazendo essa propaganda toda mas é porque vale a pena mesmo usufruir dessas artes. Mas não é sem propósito que as estou citando. Minha reflexão começou após ver o filme sábado, como nós com essas rotinas malucas e estressantes estamos perdendo a sensibilidade. As pessoas não param mais para admirar algo belo, não param mais para refletir sobre algo chocante, tudo tem se tornado tão banal que não tem feito diferença na vida das pessoas mais. Ouvi de uma amiga hoje: “Acho a arte deveria ser mais rápida para poder se encaixar no nosso meio de vida atual”. Bem, então eu acho que eu estou na contra mão da minha época, sério. Eu paro para adimirar, refletir, sentir! Não me importo de aproveitar horas do meu dia com qualquer tipo de arte, seja no museu, no teatro, numa casa de show, no cinema ou mesmo em casa lendo um bom livro ou desfrutando de outras mídias. Mas também não sou uma pessoa “apressada” igual todo mundo, eu sofro horrores com a atualidade. Sou aquele tipo de pessoa que tem tempo pra tudo e gosta de fazer tudo com calma e quando não dá para fazer calmamente algo sofro. Ando pelas ruas admirando e pensando sobre várias coisas, principalmente como a vida pode ser bela em seus mínimos detalhes.
A maioria das pessoas apenas passa por esta vida, e a rotina pode nos levar pra esse caminho se nós não acordarmos e arranjarmos tempo para sentir. No “Homem do Ano” eu me apaixonei junto com os personagens, no “Duplo Etério” eu sofri junto com a personagem e no Shine eu vivi com ele todas as emoções que ele viveu! Isso que é arte! Te fazer sentir, refletir, de todas as maneiras e todos os sentimentos. Eu como reres escritora e futura psicóloga acho que falta isso ao ser Humano, e principalmente aos meus colegas de profissão que lidamos com o que há de mais íntimo nas pessoas: seus sentimentos. Se não tivermos sensibilidade jamais as escutaremos e faremos um bom trabalho. Porém isso vale para todo mundo e todas as profissões, porque as pessoas não sabem mais lidar umas com as outras. Temos que ter essa sensibilidade para podermos obter uma convivência saudável umas com as outras. E se você não quer ser só mais um nessa vida comece a sentir.

Ouvindo: Aerosmith – Pump – The Other Side

terça-feira, 5 de julho de 2011

Devaneios #2

A vida é engraçada demasiadamente! O mundo dá tantas voltas! O bom é que sempre renova as nossas esperanças por momentos melhores! “Os últimos serão os primeiros” é a mais pura verdade, tanto quanto “quem espera sempre alcança”.  A vida tem seu tempo, sua hora e num adianta agente ter pressa ou tentar engambelar ela, porque quem se dá mal somos nós nessa hora. Viver a vida em sua totalidade é o que há de melhor! Não deixar escapar uma só possibilidade de ser feliz, pois a vida é curta!
Não se importar com as opiniões e intrigas alheias, pois o que essas pessoas querem mesmo é te destruir, mas nunca devemos deixar elas terem esse gostinho! Somos superiores a esses seres mesquinhos! E a maior vingança, o melhor troco pra essas pessoas é ser feliz como você QUER! Vamos beber a vida pelo gargalo!! Até a ultima Gotaaaaa!
Bem, AC/DC sempre me empolga!! Pois temos que ser assim!! Viver ao máximo e nunca se arrepender de ter vivido!! Porque pra ser feliz basta querer! Sério!! So let’s rock!! Let’s live ower dreams ‘n’ sins!

Boa noite pessoal!

Listening  - AC/DC – The Jack